Josimar JMV
Blog · Carreira e negócio digital · 17·09·2026

Sem vaga de dev? O não que me fez empreender aos 22

Eu quebrei, fiquei sem dinheiro pro aluguel e fui pedir emprego. O cara olhou o meu currículo e disse: "não dá pra te colocar aqui dentro, você vai empreender". Foi o melhor não que eu levei na vida.

Resposta rápida: falta de vaga pode ser a maior oportunidade da sua carreira — foi na minha. Eu levei um não numa entrevista com uns 22 anos, quebrado, e o dono da escola me explicou o motivo: quem sabia fazer o que eu sabia fazer ia acabar saindo pra empreender. Hoje eu devolvo esse mesmo conselho pra você, e com uma vantagem que eu não tinha: as empresas estão trocando assinatura de software por sistema feito em casa, o custo de construir desabou, e abrir empresa no Brasil leva 23 horas em média. O que falta pra você quase nunca é código — é o fluxo inteiro: colocar em produção, vender, se posicionar e fazer contrato direito.

Gravei esses 12 minutos em 31 de julho de 2026, no canal @josimarjmv. Meus vídeos não são editados: tem um corte no começo, um no fim, e o resto é direto, com duas câmeras. Às vezes você me vê tomando água ou pigarreando — peço desculpa, mas é assim que eu consigo gravar rápido pra você. Assista e leia junto: aqui embaixo eu conto a mesma história por escrito, com os números conferidos um mês e meio depois.

🎧 PREFERE OUVIR? · 13 min

Este artigo também é um episódio do podcast Josimar JMV | Em Produção — o mesmo vídeo, só o áudio, normalizado pra fone.

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A carteirada, antes de eu dar conselho de carreira

Meu nome é Josimar, eu sou CEO de uma empresa de tecnologia e tenho CNPJ desde os 18 anos de idade. Hoje eu toco uma operação de live, transmissão e vídeo sob demanda que atende rádio, comunicação e educação em 18 países. Quem está falando com você não é papagaio digital repetindo manchete de carreira: é gente que paga a folha no quinto dia útil e que já sentou dos dois lados da mesa de entrevista.

Digo isso porque o que vem agora é uma história pessoal, e história pessoal sem endereço vira conversa de coach. O meu endereço é esse.

Eu quebrei. E fui bater de porta em porta com o currículo na mão.

Eu montei empresa muito cedo, e ninguém me ensinou a parte que quebra: gestão, administração, marketing, venda, produto. Eu sabia a parte técnica. Faltou um Josimar de 42 anos pra me ajudar — e é exatamente por isso que eu escrevo esse texto.

Então numa dessas vezes eu quebrei. E quebrar não é a palavra bonita de LinkedIn: eu fiquei sem grana pra pagar as contas de casa. Aluguel. O básico do básico. Eu tinha uns 22 anos — 20, 22, por aí.

Aí veio a única coisa que vem quando o boleto chega antes da ideia: "poxa, vou procurar uma vaga". Como eu já entendia bastante de fazer site, de desmontar máquina, dessa coisa errada toda, eu pensei em dar aula. Peguei meu currículo e fui em todas as escolas da cidade, uma por uma. Algumas me receberam.

O não que me impactou pra sempre

Uma dessas conversas foi diferente. O cara era dono de uma escola grande da cidade na época, e é uma pessoa que eu admiro e conheço até hoje — tanto que, anos depois, eu fiz um curso com ele, e recomendo.

Ele olhou pra mim, olhou pro currículo, fez umas perguntas maldosas pra entender o que eu sabia fazer de verdade — aquela maldade boa, que quem contrata precisa ter e que eu ainda não tinha. Aí ele virou pra mim e falou mais ou menos assim:

"Josimar, vou te falar: não dá pra eu te colocar aqui dentro, não. Um cara que sabe fazer o que você sabe fazer, é só encontrar o caminho certinho, se encaixar, e você vai empreender. Você não vai ficar aqui muito tempo. Se eu te trago pra cá, eu gero uma expectativa enorme nos meus alunos — porque você entende demais, apesar de novo — e depois você entra e sai, e vira um transtorno grande pra mim. E tem outra: assim que você começar a fazer as suas coisas, eu não vou dar conta de te pagar. Claramente."

Aquilo me impactou demais. Demais. Porque quando a gente está apertado, a gente não pensa direito — a conta vem primeiro, o boleto vem primeiro, não tem como. E ele me deu, de graça, uma coisa que eu não estava conseguindo ver sozinho: o meu problema não era falta de vaga, era falta de caminho.

Eu lembrei dessa história agora, vendo tanta gente boa tentando entrar no mercado e não conseguindo. Foi por isso que eu gravei o vídeo, e é por isso que eu escrevo isso aqui.

A porta de entrada ficou mais estreita — e isso não é drama, é conta

Deixa eu ser justo com o tamanho do problema, porque eu não gosto de fingir que está tudo bem nem de apavorar ninguém. O cenário é esse: layoffs nas grandes, dificuldade absurda pra estágio e júnior entrarem, e CEO falando publicamente que substituiu o pipeline de um programador júnior por inteligência artificial. Quem mais tinha vaga há poucos anos é quem mais fechou a porta.

Eu vivi isso dos dois lados, e já contei aqui sem passar a mão na minha própria cabeça: eu também parei de contratar júnior por um tempo, e expliquei o motivo e o preço que isso cobra do mercado. Sobre o corte em si, eu já escrevi o que eu faria hoje pra não rodar numa demissão em massa.

E olha, eu vou repetir o que eu sempre falo pra não ser mal interpretado: eu não estou apavorando desenvolvedor. Eu falo dos preguiçosos. O dev chinelinho vai ter que largar o chinelinho e estudar de verdade, porque o funil aperta todo ano, igual acontece em qualquer mercado que fica concorrido. Quem estuda, fica.

O que mudou a favor de quem está começando

Agora a parte que quase ninguém está olhando, e que é a razão desse texto existir.

As empresas de software grandes estão perdendo mercado. Quando eu gravei, o número que eu tinha na mão era de mais de 200 bilhões de dólares a menos de arrecadação e valor nas empresas de assinatura — Salesforce, HubSpot, essa turma. Conferindo pra escrever aqui, a conta ficou ainda maior, e eu abri tudo com fonte e data em 232 bilhões a menos no SaaS: eu cancelei 13 assinaturas.

E por que isso te interessa? Porque o dinheiro não evaporou, ele mudou de lugar. Veja o meu caso: eu sou uma empresa de stream de vídeo, mas pra minha empresa rodar eu preciso de software de marketing, de vendas, de automação, de suporte, de monitoramento e observabilidade. Um monte de assinatura. A regra do empreendedor sempre foi: foca no que você faz e o resto você contrata — eu contratava porque não tinha braço, mesmo gostando de desenvolver. Eu já cheguei a ter 17 desenvolvedores aqui dentro, e ainda assim contratava.

Só que hoje, com inteligência artificial, qualquer um pode fazer quase qualquer software — com aspas e reticências no começo e no fim, viu? Se os softwares grandes estão perdendo espaço pro software pequeno feito dentro de casa, abre uma janela pra quem desenvolve: criar o seu produto, o seu SaaS, o seu sistema, e vender.

Eu nunca contratei implementação de sistema gigante e nunca fez sentido pra mim. Você pega uma Totvs da vida: a implementação custa R$ 80 mil, R$ 200 mil. Um negócio surreal. Eu sempre fiz em casa. A diferença é que, antes, fazer em casa exigia time. Hoje exige muito menos — e é aí que você entra.

Abrir a empresa é a parte rápida (e eu fui conferir o número)

Tem uma coisa que eu falo no vídeo e que eu quis checar com dado antes de repetir por escrito: nunca na história foi tão fácil começar. Fui atrás da fonte oficial.

No Mapa de Empresas do governo federal, consultado por mim em 17 de setembro de 2026: o Brasil tem 25,4 milhões de empresas ativas, o tempo médio pra abrir uma empresa é de 23 horas, e 73,7% abrem em menos de um dia. Só em julho de 2026 — o mês em que eu gravei esse vídeo — foram 485 mil empresas abertas no país. Os tempos de abertura estão no painel da Redesim, também oficial.

Guarda esse número com a ressalva que ele merece: 23 horas é o tempo de abrir, não o tempo de dar certo. Começar ficou banal. Manter é que continua sendo trabalho — e é exatamente por isso que a parte difícil não é o CNPJ nem o código.

A IA te catapulta no que você é bom. E te deixa mediano no resto.

Essa é a frase que eu quero que você leve daqui, porque ela é a mais honesta que eu sei dizer sobre inteligência artificial e carreira.

Naquilo que você já faz bem, a IA te catapulta. E naquilo que você não gosta, não quer fazer ou é ruim de fazer, ela te deixa mediano. Mediano é medíocre, é estar na média — e está tudo bem, porque a maior parte do que trava um negócio pequeno é tarefa que só precisava de "na média" e de estar pronta. Toda hora que você esbarra numa coisa que você sempre procrastina, você pede ajuda pra IA fazer com você ou por você. Eu faço isso todo dia: já contei como eu boto a IA pra fazer o que eu odeio e como cada um sobe um degrau com ela.

O que ela não faz: te tornar excelente em tudo. Quem acha que vai montar SaaS sério só apertando enter já sabe como termina — eu escrevi sobre o golpe do "MicroSaaS em 2 dias".

Empreender não é fazer software. Fazer software é uma peça só.

Aqui é onde eu vejo gente boa travar, e é a parte que ninguém posta no feed.

Primeiro, o lado técnico de verdade. Você precisa entender o fluxo e o pipeline inteiro de tirar um software do zero e colocar em produção de forma minimamente confiável: deploy, segurança, observabilidade, escala, condição de corrida. Talvez você seja só desenvolvedor de frontend e nunca tenha visto nada disso de perto — sem drama, mas é isso que falta.

Segundo, o lado que não é código. Como você vende, como você se posiciona, o que você precisa deixar amarrado pra não ter problema depois. Se você não fizer proposta e contrato bem feitos, você pode ter prejuízo, pode tomar cano e não receber, pode ter dor de cabeça no sábado, no domingo e de madrugada — e nenhuma inteligência artificial resolve isso pra você. Preço muito baixo mata o seu negócio; preço muito alto te tira do jogo. E querer disputar tráfego pago com o país inteiro logo de cara é o jeito mais caro de descobrir isso.

O QUE VOCÊ JÁ TEM — E O QUE FALTA PRA ISSO VIRAR NEGÓCIO VOCÊ JÁ TEM · escrever código · resolver a issue que chega · a IA como acelerador CUSTO DE CONSTRUIR: DESABOU abrir CNPJ: 23 h em média 73,7% saem em menos de 1 dia fonte: Mapa de Empresas, jul/2026 FALTA (TÉCNICO) · deploy do zero à produção · segurança · observabilidade · escala · condição de corrida O PRODUTO INTEIRO, NÃO SÓ O SEU PEDAÇO FALTA (NEGÓCIO) · proposta e contrato · preço: nem baixo, nem alto · posicionamento na sua região · atendimento ao cliente · onde vale tráfego pago É AQUI QUE GENTE BOA TRAVA — NÃO NO CÓDIGO QUEM DESENVOLVE EM EMPRESA PEQUENA OU MÉDIA JÁ VÊ O PRODUTO INTEIRO — LARGA NA FRENTE Tempo de abertura de empresa e volume de julho de 2026: Mapa de Empresas / Redesim (gov.br), consultado em 17/09/2026. As listas de "falta" são o que eu vejo travar na prática, tocando a minha empresa e conversando com quem está começando.
Desenhei esse quadro porque o discurso de "aprenda a programar" para na primeira caixa. As outras duas é que decidem se você vai ter um negócio ou um portfólio bonito.

Quem está na empresa pequena larga na frente (e não sabe disso)

Tem uma vantagem escondida que eu quero que você enxergue hoje.

O desenvolvedor que trabalha em empresa média ou pequena costuma ter uma vantagem enorme sobre o que está na gigante: ele entende o produto inteiro. Ele viu o banco, viu o deploy, ouviu o cliente reclamar, sabe o que quebra na sexta à noite. Já quem trabalha num ecossistema muito fechado recebe uma issue, desenvolve aquela issue, e não domina o produto — às vezes só a comunicação com a API do mobile, só um pedaço do back-end.

Não é demérito de ninguém: é o desenho da vaga. Mas na hora de empreender, quem viu o fluxo inteiro já tem a cabeça formada pra isso. Se você está na empresa pequena reclamando que faz de tudo: você está sendo pago pra aprender o que os outros vão ter que comprar depois.

Eu fiz tudo no bootstrap — e isso tem preço

Pra fechar sem romantizar: eu nunca recebi aporte financeiro de investidor nenhum. Tudo aqui foi feito com o meu suor, o meu dinheiro e o caixa gerado pela própria empresa. Isso se chama bootstrap, e é muito o perfil do empreendedor engenheiro — que não é o cara de venda.

O cara de venda quer trazer dinheiro pro negócio, crescer e vender a empresa. É outra vibe, e é legítima. A minha é outra: eu gosto de construir e de ficar. Eu digo isso porque você vai escolher um dos dois caminhos, e cada um cobra um preço diferente — o meu cobra tempo e paciência; o outro cobra o controle.

Se você quer ver como eu escolheria o negócio hoje, do zero, eu já listei o que eu montaria começando em 2026. E se o seu primeiro produto for site — que é a porta mais fácil de abrir na sua cidade —, a conta está aberta em fazer sites e faturar R$ 4 mil por mês.

Nota de cronologia (importante)

Esse relato é da gravação de 31 de julho de 2026. No fim dela eu convido pra uma imersão de 15 de agosto de 2026, que custava R$ 970 e era um sábado inteiro, com a parte técnica de manhã e a de negócio e venda à tarde: era a primeira turma da Imersão de Sites, e ela já aconteceu. Então ignore a data e a condição que eu falo no vídeo — o que vale é o que está na página de cada imersão hoje. O número de "mais de 200 bilhões" das empresas de software também é daquele dia; a conta atualizada, com fonte, está no artigo do SaaS.

Sobre a parte que não cabe num artigo: eu não passo 20 e tantos anos de aprendizado num dia, mas eu passo o mapa — os meus erros, os meus acertos e como eu faço hoje, dentro da minha empresa, pra montar e vender um negócio digital. Se o caminho é vender site e montar a sua operação, é a Imersão de Sites; se é tirar um SaaS do papel, é a Imersão de SaaS; se é infraestrutura própria, é a Imersão de Infraestrutura. Data, preço e condição são os que estão em todas as imersões — é a página que vale, não o que eu falei numa gravação de julho.

TODA SEGUNDA · MEIO-DIA · AO VIVO

Discorda? Concorda? Tem um caso parecido? Aqui não tem caixa de comentário de propósito: segunda-feira, ao meio-dia, eu faço live no canal e a gente conversa sobre isso ao vivo — sem corte, como sempre.

Ver as lives no canal @josimarjmv →

Perguntas frequentes

Não estou conseguindo vaga de desenvolvedor. Devo desistir de procurar?
Não é desistir, é parar de esperar só por isso. Continue mandando currículo se quiser, mas comece hoje a construir alguma coisa que seja sua, porque a vaga depende de alguém te escolher e o seu negócio depende de você aparecer. Eu levei um não numa entrevista com uns 22 anos e foi o melhor conselho que já me deram: o cara me disse que quem sabia fazer o que eu sabia ia acabar empreendendo, então não fazia sentido me contratar. Doeu, mas ele estava certo.
Por que a vaga de júnior ficou tão difícil em 2026?
Porque o trabalho que servia de porta de entrada é justamente o que a inteligência artificial faz mais rápido, e porque as empresas estão cortando gente. Tem CEO falando abertamente que substituiu o pipeline de programador júnior por IA. Eu vivi os dois lados: eu também parei de contratar júnior por um tempo, e escrevi sobre isso. A porta não sumiu, ela ficou mais estreita e mais exigente.
É verdade que nunca foi tão fácil empreender?
Fácil de começar, sim. Abrir CNPJ no Brasil hoje leva 23 horas em média, e quase três de cada quatro empresas saem em menos de um dia, segundo o Mapa de Empresas do governo federal, com dados de julho de 2026. O custo de fazer software também desabou com a IA. Agora, fácil de dar certo, isso não é. Começar é rápido, manter é que é trabalho, e é por isso que quase todo mundo trava na parte de negócio, não na parte técnica.
A inteligência artificial substitui o que eu não sei fazer?
Ela te deixa mediano naquilo que você não domina, e isso já é muito. Naquilo que você é bom, a IA te catapulta. Naquilo que você odeia ou é ruim, ela te tira do zero e te põe na média. Isso resolve a tarefa que você procrastina há semanas, mas não substitui quem entende do assunto de verdade. Contar com ela pra ser excelente em tudo é o caminho mais curto pra entregar coisa medíocre.
Quem trabalha em empresa pequena leva vantagem pra empreender?
Leva, e é uma vantagem enorme que quase ninguém percebe. Quem desenvolve em empresa pequena ou média enxerga o produto inteiro: banco, deploy, cliente reclamando, cobrança, suporte. Quem está numa empresa muito grande costuma receber uma issue dentro de um ecossistema fechado, entrega aquele pedaço e nunca vê o resto. Na hora de montar o seu negócio, quem viu o fluxo inteiro já tem meio caminho andado.
O que falta pro desenvolvedor que quer ter o próprio negócio?
Quase nunca é código. Falta entender o pipeline inteiro de colocar um software em produção de forma minimamente confiável: deploy, segurança, observabilidade, escala, condição de corrida. E falta a parte de negócio, que é onde mais gente boa trava: proposta, contrato bem feito, preço, posicionamento na região e atendimento ao cliente. Contrato mal feito te custa dinheiro, fim de semana e cabelo branco.
Preciso de investidor pra começar?
Eu nunca recebi aporte de investidor nenhum. Tudo que eu construí saiu do meu suor, do meu dinheiro e do caixa gerado pela própria empresa, que é o que se chama de bootstrap. É mais lento e é mais duro, mas o negócio é seu e ninguém decide por você. É um perfil diferente do empreendedor que é vendedor, levanta dinheiro, cresce rápido e vende a empresa. O meu trabalho é outro, e eu conto isso de peito aberto porque cada caminho cobra um preço.
Por onde eu começo se eu nunca vendi nada?
Comece pelo produto mais simples de entregar na sua região e pela venda que não depende de anúncio: indicação, porta a porta e presença local. Site é uma boa porta de entrada porque a empresa entende o que é e paga por isso, e depois vira contrato de manutenção. O importante é ter a primeira conversa com um cliente de verdade rápido, porque é ali que você descobre o que falta no seu pacote, e não estudando por mais seis meses.

Baseado na gravação do canal @josimarjmv publicada em 31/07/2026 (12min49), com transcrição própria das legendas do próprio vídeo. São da minha vivência: a quebra com uns 22 anos, a busca de vaga escola por escola, o não que eu levei do dono da escola (e o curso que eu fiz com ele anos depois), o CNPJ desde os 18 anos, os 17 desenvolvedores que eu já tive, as assinaturas de software que eu pago pra operar, os 18 países e o bootstrap sem nenhum aporte. Os dados de abertura de empresa são checagem minha, feita em 17/09/2026, no Mapa de Empresas e no painel de tempos de abertura da Redesim, ambos do governo federal: 25,4 milhões de empresas ativas, 485 mil aberturas em julho de 2026, tempo médio de 23 horas e 73,7% em menos de um dia. O número das empresas de software que eu cito de cabeça é o que eu tinha no dia da gravação e está corrigido, com fonte, em outro artigo daqui. Data, preço e condição de cada imersão são as que estão em todas as imersões.