Josimar, no datacenter próprio da JMV: "os primeiros, eu vou trazer aqui pra conhecer isso pessoalmente". O tour no datacenter é o bônus de quem confirma primeiro.
Três dias presenciais de infraestrutura on-premise de verdade: da compra de blocos de IP e BGP à virtualização, do deploy soberano — sem depender de GitHub — ao cluster de banco com redundância geográfica. Soberania total sobre dados e operação, no modelo Open Source First, com quem opera datacenter próprio em São Paulo e Miami.
"A nuvem dos outros cobra caro pela minha dependência." A conta explode sem alerta, ~30% do gasto é desperdício — e no fim os seus dados e a sua operação moram no terreno de outra empresa.
"Quando quebra, ninguém resolve além de mim." Bus factor 1: férias com o notebook na mala, celular na mesa de cabeceira, medo de desligar.
"Sou o bombeiro — nunca o cara que evitou o incêndio." O trabalho preventivo é invisível; você só aparece quando algo cai. E aí a culpa é sua.
"Montei Kubernetes e agora o cluster é mais complexo que o produto." Arquitetura por prestígio, não por necessidade — e a manutenção comendo o time.
"Cada hora fora do ar é dinheiro queimando." No Brasil, uma PME perde em média R$ 20 mil por hora de sistema parado. E-commerce passa de R$ 100 mil.
Turma limitada de propósito: cada participante chega com a própria infraestrutura e sai com ela dissecada — arquitetura, custo e pontos de falha na mesa.
Três dias dão tempo pro que a imersão online de um dia não faz: aqui tem o mapa E o passo a passo, mão na massa na SUA operação — o que fazer, o que não fazer, e onde quebra.
O modelo da casa é Open Source First: primeiro a ferramenta aberta, que você audita, ajusta e nunca te sequestra — licença proprietária só quando ela se paga. É assim que a JMV opera a própria nuvem, e é assim que você vai montar a sua.
Compra de blocos de IP e anúncio via BGP com ASN próprio; a decisão comprar servidor × alugar bare metal × usar nuvem (e quando cada um faz sentido de verdade); definição de hardware sem cair nas pegadinhas de quem está começando a própria infraestrutura.
Otimização e tuning de verdade, hardening dos equipamentos e a camada de virtualização bem feita — a diferença entre servidor ligado e servidor espremido até o último ciclo, seguro de ponta a ponta.
Estrutura de deploy sem depender de GitHub — soberania total sobre dados e operação; DNS bem desenhado, redundância geográfica, clusterização de bancos de dados e as pegadinhas de cada escolha: o que usar pra onde. Backup que restaura, monitoramento que avisa antes do cliente, e os runbooks que a sua equipe executa sem herói.
é o custo médio de 1 hora de sistema parado numa PME brasileira. Um incidente evitado paga a imersão inteira.
do gasto de cloud é desperdício, em média. Quem paga R$ 30–60 mil/mês de nuvem e corta esse excesso recupera o investimento em 60–90 dias.
é o custo aproximado de um SRE sênior contratado. A imersão custa uma fração — e reduz a dependência desse hire.
Referências: levantamentos brasileiros de custo de downtime por hora em PMEs e e-commerce; estudos de FinOps sobre desperdício em cloud; faixa salarial de SRE/DevOps sênior no Brasil (Glassdoor).
Josimar, no datacenter próprio da JMV: "os primeiros, eu vou trazer aqui pra conhecer isso pessoalmente". O tour no datacenter é o bônus de quem confirma primeiro.
Josimar Machado, fundador da JMV Technology. A empresa opera streaming de vídeo ao vivo, hospedagem e sinalização digital em produção, hoje, pra clientes em 18 países — transmissão que não pode travar, site que não pode sair do ar, tela que não pode apagar.
O conteúdo dos 3 dias não vem de slide: vem dessa operação. Arquitetura real, decisões reais de custo, incidentes reais — e o que eles ensinaram.
…é CTO ou sócio técnico com sistema faturando; dono de software house ou MSP que responde pela produção dos clientes; dev sênior que "herdou" a infra e carrega o pager sozinho.
…está começando em DevOps (não é curso introdutório); não tem operação em produção pra revisar; ou procura certificado de parede em vez de operação funcionando.
Investimento em definição, na casa de R$ 18 mil — com nota fiscal, pagável pela empresa. Data, valor fechado e condições de fundador saem primeiro pra lista.
Aqui não tem carrinho de compras: a turma passa por um filtro — antes de fechar, você conversa direto com o Josimar. Não é pra qualquer empresa, e é isso que protege o nível da sala. Quem aplica primeiro recebe data, valor e condições antes da abertura pública — e os primeiros confirmados fazem o tour presencial no datacenter.