Escala 5x1: a conta do custo do colaborador que eu faço na minha empresa
O contador costuma te passar 1,6 vez o salário. Eu faço a conta do ano inteiro e dá 2,1: quem recebe R$ 2.000 me custa uns R$ 4.200. Com a jornada caindo pra 40 horas, eu estimo algo entre 2,7 e 2,9. Aqui eu abro como eu calculo, o que mudou na minha empresa quando as 40 horas chegaram e o que eu automatizo com inteligência artificial em vez de contratar.
🎧 PREFERE OUVIR? · 25 min · Podcast Em Produção
Este artigo também é um episódio do podcast Josimar JMV | Em Produção — o mesmo vídeo, só o áudio, normalizado pra fone.
Gravei esses 25 minutos no canal @josimarjmv em 22 de junho de 2026. Assista e leia junto. Aqui embaixo eu refaço a conta por escrito e ponho as fontes que eu fui conferir depois: a PEC 221/2019 no Senado, a Constituição, as leis do 13º, do FGTS e do seguro-desemprego e os números de produtividade do FGV IBRE.
o colaborador CLT não custa o salário, e também não custa o 1,6 vez que o contador costuma passar. Na minha conta custa uns 2,1 vezes: quem recebe R$ 2.000 me custa em torno de R$ 4.200 por mês, porque eu pago 13 salários por 11 meses de produtividade e ainda ponho o desligamento e o custo per capita. Com a jornada caindo de 44 para 40 horas, eu estimo que isso vá para algo entre 2,7 e 2,9. A saída que eu uso na minha empresa é automatizar o trabalho repetitivo com inteligência artificial: conciliação bancária, contas a pagar, folha, atendimento no WhatsApp.
De onde eu falo
Vou dar minha carteirada antes. Eu sou CEO de uma empresa de tecnologia, coordeno equipe de desenvolvimento, venda e suporte, e ponho a mão na massa: desenvolvo, cuido de CDN e de infraestrutura no Brasil e nos Estados Unidos.
Eu falo isso porque a gente vive a era do papagaio digital. Tem muita gente que nunca teve empresa, nunca teve quinto dia útil, nunca pagou uma folha de pagamento, e quer te ensinar a gerir empresa com inteligência artificial. O sujeito não sabe o que é 13º, férias, insalubridade, adicional noturno, e quer te ensinar a automatizar.
Eu não vou entrar no mérito político da escala. Não sou político. O que eu posso te dar é a minha experiência de empresário, com a conta na mão.
As 40 horas já chegaram na minha empresa, anos atrás
Aqui o nosso sindicato impôs as 40 horas semanais do dia pra noite, anos atrás. Pra gente foi um impacto grande.
O suporte era o ponto sensível. A minha empresa atendia o cliente das 8 da manhã às 10 da noite, de segunda a sábado, e domingo e feriado das 14h às 22h. Com quatro horas a menos por pessoa, a escala não fechava mais. Eu não ia contratar gente só pra cobrir o buraco. Então o sábado passou a ser das 8h ao meio-dia, mexemos no domingo, e ajustamos banco de horas e tamanho de equipe até dar uma controlada.
Em marketing e desenvolvimento a produtividade não caiu a ponto de doer no bolso. Dói onde existe horário fixo pra cobrir: atendimento e venda. Quem vive disso vai ser muito impactado.
E eu concordo com uma parte da discussão. Quem trabalha de segunda a sábado, das 8 às 18, não tem vida. Que hora essa pessoa vai ao banco, cuida das coisas dela, malha? Eu trabalho de segunda a segunda porque gosto, é escolha minha, é DNA de quem empreende. O meu colaborador não escolheu isso. Então eu acredito num ganho de qualidade de vida com o 5x1. Papo de 4x3, pra mim, já é viagem.
A conta que o contador costuma passar: 1,6
Vamos supor que você contrata um iniciante pra treinar. Paga o piso, R$ 2.000. Soma vale-alimentação, vale-transporte e plano de saúde, que aqui na empresa a gente dá. Isso é o básico, e já vai pra uns R$ 3.000 por mês, com a pessoa ainda em treinamento.
Em cima disso vêm o FGTS e os outros encargos. Eu não sou contador e não vou destrinchar alíquota. Faz um teste: liga pro seu contador e pergunta "quanto é o custo efetivo total do meu colaborador hoje?". A resposta mais comum é 1,6 vez o salário.
Aí aparece alguém dizendo que é mentira essa história de que CLT custa o dobro. Não é mentira. O problema é a conta feita no mês, sem olhar o ano. E não são todos os contadores: o meu é bom e faz a conta inteira.
A conta que eu faço: 13 salários por 11 meses de produtividade
Eu faço planejamento anual. Tudo vezes 12. E é aí que a conta do mês engana, porque o ano do colaborador não tem 12 salários nem 12 meses de produção.
| O que eu ponho na conta | Por que entra |
|---|---|
| Salário, VA, VT e plano de saúde | É o que todo mundo já soma. No meu exemplo, uns R$ 3.000 por mês, R$ 36.000 no ano. |
| 13º (e 14º ou PLR, onde existe) | São no mínimo 13 salários pagos no ano, não 12. |
| Férias | A pessoa recebe o ano inteiro e produz 11 meses. |
| Hora extra, descanso remunerado, comissão | Se existe na sua operação, é custo do ano. |
| Desligamento | Os 40% e as verbas da saída, rateados pelo tempo médio que a pessoa fica. |
| Custo per capita | Lanche, almoço, energia a mais, equipamento com depreciação. |
O ponto que quase ninguém coloca é a divisão: 13 salários recebidos, divididos por 11 meses de produtividade, mais a taxa de desligamento. Quando eu fecho assim, dá mais ou menos 2,1 vezes. O colaborador recebe R$ 2.000 e custa pra empresa uns R$ 4.200.
Eu não abri planilha na gravação e não vou fingir aqui que abri. É ordem de grandeza. Pega os seus números, joga numa IA com esse raciocínio e pede a conta da sua empresa.
O que sustenta as linhas da tabela está na lei, e eu fui conferir. A Lei nº 4.090/1962 manda pagar a gratificação de dezembro, o 13º, a todo empregado. A Lei nº 8.036/1990 obriga o depósito de 8% da remuneração no FGTS todo mês e, na dispensa sem justa causa, mais 40% de tudo que foi depositado.
O desligamento se calcula pelo turnover do seu mercado
Como eu estimo o custo de saída? Pela taxa de permanência do meu mercado. Caixa de supermercado fica quanto tempo, uns 9 meses? Desenvolvedor de software, uns 13? Use o número do seu setor e rateie o desligamento por esse prazo.
O custo é mais alto no começo e cai com o tempo. É por isso que retenção importa tanto. Na minha empresa a média de permanência é de 2 anos e 2 meses, graças a Deus. Isso é muito difícil de conseguir. O meu método é honestidade com quem trabalha comigo e comigo mesmo. Eu sou transparente.
O custo per capita é dinheiro
Empresa grande calcula custo per capita. Média e pequena não calcula, e deveria. Quanto custa o lanche dessa pessoa? Você dá VA e ainda paga almoço? Quanta energia ela consome a mais?
E o equipamento. Um computador novo custa R$ 7.000. Se em 12 meses eu vender por R$ 3.500, são R$ 3.500 de custo que alguém precisa pôr na conta daquele colaborador. Dinheiro é matemática.
O que o 5x1 faz com essa conta
De 44 para 40 são 4 horas por semana, umas 16 horas no mês, com o mesmo salário e o mesmo benefício. Mantendo tudo, eu estimo que o custo saia de 2,1 para alguma coisa entre 2,7 e 2,9 vezes o salário.
Tem um agravante que eu não escondo: produtividade. Eu digo na gravação que o brasileiro está entre os povos menos produtivos do mundo, e fui atrás de um número que eu pudesse te mostrar. O Observatório da Produtividade do FGV IBRE publicou em abril de 2026 que a produtividade por hora efetivamente trabalhada cresceu 0,4% em 2025, e resumiu o ano assim: o crescimento da produtividade foi baixo. Menos hora, com a produção por hora quase parada, é custo.
Às vezes a culpa é do empreendedor, que não põe processo, que contrata errado. Às vezes é do colaborador. Eu já escrevi sobre o dev chinelinho, e ele não existe só no desenvolvimento. Tinha gente que ficava três meses numa empresa, era mandada embora e ia pro seguro-desemprego. A regra apertou: a Lei nº 13.134/2015 passou a exigir pelo menos 12 meses de salário nos últimos 18 para a primeira solicitação.
E eu duvido que a maioria use o tempo a mais pra estudar e voltar mais produtiva. Espero estar errado.
Nota de cronologia: o que é lei hoje
Gravei em 22 de junho de 2026, falando da escala que estava surgindo. Em 8 de outubro de 2026, quando escrevo, ainda não é lei. A Constituição continua dizendo, no artigo 7º, inciso XIII, que a jornada normal não passa de oito horas diárias e quarenta e quatro semanais.
O que existe é a PEC 221/2019. A Câmara aprovou em primeiro turno em 27 de maio de 2026, por 472 votos a 22. No Senado ela passou pela CCJ em setembro e começou a ser discutida no plenário em 6 de outubro. Precisa de pelo menos 49 senadores, em dois turnos.
O texto reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de repouso remunerado e sem redução de salário. Tem transição: 42 horas dois meses depois da publicação e 40 horas um ano e dois meses depois. Eu chamo de 5x1, que é como o assunto chegou em mim. Pelo texto são cinco dias de trabalho e dois de descanso.
O que o empresário faz pra não quebrar
Com o custo subindo, sobram três caminhos. Você contrata mais gente pra cobrir as horas. Você demite e encolhe. Ou você automatiza o processo repetitivo. A gente está em 2026. Eu fui pelo terceiro.
Eu deixei de contratar. A minha última leva de contratação foi há mais de um ano e meio, e por enquanto eu não pretendo abrir vaga, porque estou criando agentes que fazem o fluxo inteiro. Contei essa decisão com mais detalhe em apagão de dev júnior: eu também parei de contratar.
Empresa não é ONG, nem caridade, nem igreja. Empresa é feita pra dar lucro, pro dono e pros colaboradores. Empresa sem lucro não tem colaborador.
O que eu já automatizei aqui dentro
Nada disso é slide. É o que roda na minha empresa hoje:
- Folha de pagamento. O fluxo calcula os dias úteis do mês, quem está de férias, bolsa de estágio, vale-transporte e vale-alimentação, desconta vale que a pessoa pegou e fecha comissão de vendedor puxando do meu CRM. Manda no meu Telegram, eu confiro e autorizo.
- Conferência do holerite. A contabilidade devolve os holerites e a IA bate com o que estava previsto. Bateu, eu libero. Contabilidade erra direto. Teve mês em que mandaram o meu errado.
- Conciliação bancária e contas a pagar e receber. Contei o fluxo inteiro em automatizei o meu contas a pagar e a parte do comprovante em a IA que confere o Pix no banco.
- Atendimento e venda no WhatsApp. O meu chatbot atendeu 2.500 pessoas em uma semana. Produto de prateleira ele vende quase de ponta a ponta. Produto mais específico ele agenda sozinho a reunião com o consultor.
- Artigo de blog. Eu mando um áudio com a pauta, a IA pesquisa, escreve, cria imagem e busca fonte real. Eu leio e valido antes de publicar, pra ela não fazer besteira.
O fluxo da folha deve me custar uns R$ 300 por mês de IA, mais a implementação, que é uma vez só. Não tem 13º, não tem férias, não tem atestado, e roda 24 horas por dia. O desenho geral de como eu toco a empresa assim está em exército de um homem só.
Não é só demitir: dá pra cobrir as quatro horas
Pega uma clínica. Tem secretária que passa um dia inteiro mandando coisa pra plano de saúde, um plano, depois o outro, e fazendo a conciliação disso. Automatiza esse dia. Você libera a pessoa pro 5x1 sem mandar embora e sem contratar outra.
Esse é o cenário que eu acho mais honesto pra maioria das empresas pequenas. Você supre as horas que a pessoa deixa de fazer com o processo repetitivo que saiu da mão dela. A operação do dia a dia não sente.
E tem muito processo assim esperando: CRM antigo sem API, gestão de cliente feita na mão, boleto emitido manualmente em cooperativa de crédito, conferência de tudo na mão. Uns fluxos são mais caros de implementar, outros mais baratos. Análise de imagem, de vídeo e de áudio custa mais.
IA não é brinquedo de graça
Eu já fiz reunião com empresário que me chamou pra automatizar e travou no preço. "Nossa, mas R$ 4.000 por mês?" Eu pergunto o que ele quer. Substituir o trabalho de dez pessoas, que custam R$ 50.000 por mês. E R$ 4.000 é caro. Ficam as dez lá.
Esse empresário acha que inteligência artificial é robozinho de graça. Não é. É trabalho sério, custa, e é muito bom, porque faz o processo do mesmo jeito toda vez. A maioria ainda está brincando de ChatGPT, mandando áudio pra perguntar coisa.
Pra quem é de tecnologia: mutirão
O empresário que não conseguiu fazer um cursinho de gestão financeira não vai fazer um de gestão de IA. Alguém vai ter que fazer por ele, e esse alguém é você, que é de tecnologia.
Bate na loja. Faz evento local, chama o comércio da sua cidade e mostra o que dá pra automatizar. Primeiro você educa: mostra a conta do custo do colaborador, mostra o processo que sai da mão de gente e diz o preço. Depois você vende. O atendimento no WhatsApp é a porta de entrada mais fácil, e é o que eu monto ao vivo na Imersão de Chatbot.
Pra mim o 5x1 é bem-vindo pro colaborador ter vida. Pro empresário é custo. A hora de automatizar é agora.
Discorda? Concorda? Tem um caso parecido? Aqui não tem caixa de comentário de propósito: segunda-feira, ao meio-dia, eu faço live no canal e a gente conversa sobre isso ao vivo — sem corte, como sempre.
Ver as lives no canal @josimarjmv →Perguntas frequentes
Quanto custa de verdade um colaborador CLT para a empresa?
Na minha conta, uns 2,1 vezes o salário. O colaborador que recebe R$ 2.000 me custa em torno de R$ 4.200 por mês. A maioria dos contadores passa 1,6 vez, porque soma salário, benefício e encargo e divide por 12. Eu ponho na conta 13 salários pagos, 11 meses de produtividade por causa das férias, o custo do desligamento e o custo per capita: lanche, energia, equipamento com depreciação. É uma ordem de grandeza, feita com os meus números. Faça com os seus.
Por que o meu contador me passa 1,6 e você fala em 2,1?
Porque ele costuma fazer a conta do mês, e eu faço planejamento anual. O ano tem 13 salários, às vezes 14º e PLR, e o colaborador produz 11 meses porque tem um de férias. Então são 13 salários divididos por 11 meses de produtividade, mais o que eu vou pagar no desligamento. Não é todo contador que deixa isso de fora. O meu é bom e faz. Liga pro seu e pergunta qual é o custo efetivo total do colaborador hoje.
Quanto esse custo sobe com a escala 5x1?
Eu estimo que sai de 2,1 para alguma coisa entre 2,7 e 2,9 vezes o salário, mantendo salário e benefício, que é como a mudança está desenhada. Esse número é a minha estimativa, dita de cabeça numa gravação, não um cálculo auditado. O que é certo é o sentido: são 4 horas a menos por semana com a mesma folha. Pesa mais em quem tem horário fixo pra cobrir, como atendimento e venda.
A escala 5x1 já é lei?
Em 8 de outubro de 2026, ainda não. A PEC 221/2019 passou pela Câmara em maio de 2026 e está no Senado: foi aprovada na CCJ em setembro e teve a primeira sessão de discussão no plenário em 6 de outubro. Precisa de pelo menos 49 senadores, em dois turnos. O texto reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de repouso e sem redução de salário. Se for promulgada, cai para 42 horas dois meses depois e chega a 40 horas um ano e dois meses depois.
Automatizar com IA quer dizer demitir?
Não necessariamente. O cenário que eu mais gosto é outro: você automatiza a parte repetitiva do trabalho de alguém e cobre as horas que a pessoa deixa de fazer, sem mandar embora e sem contratar outra. A secretária de clínica que passa um dia inteiro fechando conta com plano de saúde é o exemplo. Agora, eu não vou mentir: eu deixei de contratar. A minha última leva de contratação foi há mais de um ano e meio, e por enquanto eu não pretendo abrir vaga.
Quanto custa automatizar um processo com IA?
De graça não é. O fluxo que fecha a minha folha e o meu contas a pagar e receber deve custar uns R$ 300 por mês de IA, mais um custo de implementação, que é uma vez só. Fluxo que analisa imagem, vídeo ou áudio sai mais caro. Já sentei com empresário que achou caro pagar R$ 4.000 por mês numa automação que ia cobrir o trabalho de dez pessoas, que custavam R$ 50.000. Ficou com as dez.
Por onde eu começo a automatizar na minha empresa?
Pelo trabalho repetitivo e chato que alguém faz todo mês do mesmo jeito: conciliação bancária, contas a pagar e receber, conferência de folha, resposta de e-mail, proposta comercial, atendimento no WhatsApp. E começa com alguém de tecnologia do lado. O empresário que não conseguiu fazer um curso de gestão financeira não vai fazer um de IA. Quem tem que montar isso pra ele é o profissional de tecnologia.
Sou de tecnologia. Onde está a oportunidade pra mim?
Na porta do empresário da sua cidade. A maioria ainda está brincando de ChatGPT, mandando áudio pra perguntar coisa, e não entendeu que dá pra automatizar processo real. Antes de vender você vai ter que educar: mostrar a conta do custo do colaborador, mostrar o processo que dá pra tirar da mão de gente e dizer o preço sem prometer milagre. Eu chamo isso de mutirão de tecnologia.
Baseado na gravação do canal @josimarjmv publicada em 22/06/2026 (24min49s), com transcrição própria das legendas do próprio vídeo.
O que veio da gravação e o que é apuração minha, com as fontes
Da gravação: as 40 horas impostas pelo sindicato na minha empresa e o ajuste do horário de suporte; o exemplo do iniciante de R$ 2.000 que vai a uns R$ 3.000 com benefícios; o 1,6 que os contadores passam; a minha conta de 13 salários por 11 meses de produtividade, com desligamento e custo per capita, que fecha em 2,1 e R$ 4.200; o computador de R$ 7.000 vendido por R$ 3.500; a permanência média de 2 anos e 2 meses; a estimativa de 2,7 a 2,9 com o 5x1; o chatbot que atendeu 2.500 pessoas em uma semana; o fluxo da folha e do holerite; os R$ 300 por mês de IA; a reunião dos R$ 4.000 contra R$ 50.000; a clínica e o plano de saúde. Os múltiplos são estimativas ditas de cabeça, não cálculo auditado.
Apuração minha (08/10/2026): a situação da PEC 221/2019, o conteúdo do texto, a transição de 42 e 40 horas e o quórum de 49 senadores estão na Agência Senado, 06/10/2026; o placar de 472 a 22 no primeiro turno da Câmara está na Agência Brasil, 27/05/2026. A jornada de 44 horas é o artigo 7º, XIII, da Constituição Federal. O 13º é a Lei nº 4.090/1962, artigo 1º. O depósito de 8% e a multa de 40% do FGTS são os artigos 15 e 18, § 1º, da Lei nº 8.036/1990. A exigência de 12 meses nos últimos 18 para a primeira solicitação do seguro-desemprego é a redação que a Lei nº 13.134, de 16/06/2015, deu ao artigo 3º da Lei nº 7.998/1990. O crescimento de 0,4% da produtividade por hora efetivamente trabalhada em 2025 é do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, FGV IBRE, 22/04/2026; ele mede a variação da produtividade brasileira, não um ranking entre países.