Josimar JMV
Blog · Software próprio x contratado · 12·09·2026

Contratar SaaS ou fazer o meu software com IA?

Eu ia pagar R$ 1.100 por mês de RD Station e resolvi fazer o meu. Deu certo — só que eu tinha 17 desenvolvedores dentro de casa. Você talvez tenha zero. Aqui está a conta que eu faço antes de decidir, e onde essas ferramentas cobram caro depois.

Resposta rápida: se é só pra economizar a mensalidade, quase sempre não compensa — faça a conta de quanto vale a sua hora vezes as horas que você vai gastar, e compare com o que você paga hoje. Se o sistema gera valor que o seu concorrente não tem, aí sim vale desenvolver o seu. E tem uma regra que eu não abro mão: software feito em ferramenta de abstração (Lovable, Manus, n8n, artifacts) é pra usar dentro da sua empresa, não pra vender pros outros — quando você vende, entra LGPD, Procon e responsabilidade jurídica, e a conta de infraestrutura estoura.

Dezesseis minutos que eu gravei em 12/08/2026 no canal @josimarjmv. É um papo mais leve, sem entrar no técnico: eu falo de complexidade, de negócio e de até onde vale a pena, porque tudo isso envolve dinheiro e tempo. Assista e leia junto — aqui embaixo eu conto a mesma coisa por escrito, com os números que eu fui conferir depois.

🎧 PREFERE OUVIR? · 16 min

Este artigo também é um episódio do podcast Josimar JMV | Em Produção — o mesmo vídeo, só o áudio, normalizado pra fone.

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Minha carteirada, pra você saber de onde vem isso

Meu nome é Josimar, eu sou de uma empresa de tecnologia e trabalho com isso há mais de 20 anos. Tenho CNPJ desde os 18 anos de idade. Já passei por todos os estágios do setor de informática que você imaginar: venda, criação de site, venda e manutenção de hardware — e sim, já me corrigiram no canal por falar "hérre" em vez de hardware.

Hoje eu tenho uma empresa que fornece plataforma de vídeo pra 18 países, e eu coloco a mão na massa: cuido de infraestrutura, cuido do meu time de dev e criei sistemas autônomos que fazem hoje o trabalho de um dev júnior. Não é migué e não é CEO emocionado. Se você quiser levar a sério, o negócio está ficando extremamente sério.

Esse texto é pra quem quer construir um software e não entende muito de software. Se você é desenvolvedor, talvez nem faça sentido — ou faça, se você é um cara só de back-end ou de infra, que não quer mexer com front nem com escala.

O caso que começou tudo: R$ 1.100 por mês de RD Station

Eu sempre fui um cara que gostou de trabalhar com software próprio. Toda vez que eu ia contratar um software, eu queria fazer o meu. Vou dar um exemplo real.

Fui contratar a RD Station, muitos anos atrás. R$ 1.100 por mês. Eu olhei aquilo e falei: "Nossa Senhora da Abadia, R$ 1.100 por mês, e o que é tanto de dev?". Falei: vou fazer o meu. E fiz — um mini RD Station pra atender a minha empresa.

Os prós foram os que eu esperava:

E as desvantagens, que são as que quase ninguém põe na conta:

A parte que muda tudo: eu tinha 17 devs aqui dentro quando tomei essa decisão. Quantos devs você tem? Talvez seja só você, "eu company". A mesma decisão, com equipe diferente, dá resultado diferente. Não copie a minha escolha; copie a conta.

A abstração da abstração

Hoje eu estou vendo um enxame de gente usando Lovable, Manus, os sites do GPT, os artifacts do Claude. Eu chamo isso de abstração da abstração.

O que é abstração, no que eu quero dizer? É uma forma extremamente simples de fazer software. Você faz software sem entender nada. A plataforma cuida de banco de dados, back-end e front-end. Você arrasta, solta, às vezes bate um papo com a inteligência artificial — igual você bateria com uma pessoa — e ela cria o que você pediu. Você vai testando.

Isso é maravilhoso pra quem não entende nada e tem muitas ideias. Quantas e quantas pessoas já me procuraram pra fazer software: psicólogo, médico, contador, dentista. E eu falo: "Gente, eu não consigo fazer, porque só de custo de mão de obra aqui eu vou ter R$ 30 mil". Esse mesmo cara, hoje, com essas ferramentas, realiza o sonho dele, que é ter o software dele. E ele não precisa entender tecnicamente como as coisas funcionam pra isso — porque é a abstração da abstração. Ele faz um estudo bem superficial e se preocupa com o negócio.

Tem empresa fazendo o sistema operacional da empresa nisso: gestão de lead, jornada do cliente. As ferramentas conectam no seu banco de dados, conectam numa planilha do Excel. Falando nisso: o Excel virou um banco de dados muito usado pela galera agora, por causa da inteligência artificial. E não me entenda mal — funciona. Você exporta o extrato do banco e sobe no Excel, exporta os leads e sobe no Excel, manda a ferramenta cruzar as informações, ela te devolve um dashboard, uma gestão de pagamento, um esquema de cobrança de quem pagou e quem não pagou. Você manda conectar na API do WhatsApp e ela conecta. O n8n também é uma ferramenta de automação fantástica pra isso, inclusive pra automatizar dentro de um software que já existe.

Agora os contras — e eles são pesados

O primeiro é o que mais dói: você vai ficar preso ali. É uma ferramenta que resolve o seu problema, sim, como qualquer ferramenta local resolve. Mas você fica preso nela. Pra sair, na prática, você faz uma importação manual e refaz o sistema do zero.

Sobre isso eu fui conferir agora, pra não falar por cima. Checagem minha em 12/09/2026: a documentação do Lovable sobre integração com Git diz que dá pra exportar e sincronizar nos dois sentidos com o GitHub — "changes made in Lovable sync to GitHub" — e que, se você desconectar, o repositório continua sendo seu, com todo o histórico e os arquivos. Ou seja: o código, em algumas dessas ferramentas, você tira. Não é isso que prende. O que prende é o banco de dados, o login dos seus usuários, as automações amarradas e as integrações que só existem lá dentro. A pergunta certa pra fazer antes de assinar qualquer uma não é "quanto custa", é "como eu saio daqui".

O segundo contra é a cobrança. Se você começar a ter muito uso, ela te cobra por requisição. O preço de entrada engana. Checagem minha, mesma data: a página de preços do Lovable trabalha com créditos e diz que o consumo "varia conforme a complexidade da tarefa" — não é uma mensalidade fixa com uso à vontade, é medidor rodando.

O terceiro é o custo por usuário, e esse mata a conta de quem cresce. Na última live — eu faço live toda segunda, das 11h ao meio-dia, e você está convidado — um cara que está sempre lá comigo me contou que trabalha numa empresa que desenvolve aplicativos com as ferramentas de app da Microsoft. Ele te dá toda a plataforma, toda a abstração, você desenvolve o aplicativo e publica direto nas lojas. Só que tem custo por usuário. Ele me falou um valor na faixa de cem, cento e vinte — eu não anotei e por isso não cravo o número dele aqui.

O que dá pra conferir é a tabela pública. Checagem minha em 12/09/2026: a página de preços do Power Apps lista o plano Premium a US$ 20 por usuário/mês no pagamento anual, e US$ 12 por usuário/mês num contrato com mínimo de 2 mil assentos. O número exato importa menos que a estrutura: é por usuário. Cada pessoa nova que entra no seu sistema te custa dinheiro todo mês, pra sempre. O seu sucesso vira a fatura do outro.

E tem um detalhe que eu preciso falar, porque vende-se o contrário por aí: essas ferramentas ainda são complexas de desenvolver. Não é tão simples assim. Uma coisa é o Manus, onde você manda um áudio e ele desenvolve. Outra coisa é Claude Code, Codex, as ferramentas de linha de comando. O Lovable também é muito usado, inclusive por gente grande. Elas abstraem demais — e abstração demais tem preço, só que ele chega depois.

Isso aqui é pra usar dentro de casa, não pra vender

Entenda isso, porque é a parte mais cara de aprender errado. A inteligência dessas ferramentas é serem quase um B2B interno: é pra você usar dentro do seu negócio. Você consegue fazer um software relativamente simples e rápido que atende a sua empresa. O que você não consegue é vender.

Foi por isso que eu gravei um vídeo sobre mais de 200 bilhões de dólares em queda — empresas como Salesforce, HubSpot e Totvs. E eu acho que continua caindo, porque com essa abstração qualquer empresa, qualquer pessoa minimamente curiosa, faz um software interno que resolve o problema dela e não precisa contratar. Olha que loucura. A galera de CRM está desesperada, e com razão: literalmente qualquer um hoje consegue fazer um software. Escrevi mais sobre esse deslocamento em SaaS virou commodity: o que estudar em 2026.

Agora, não queira colocar um negócio desses em produção pra vender pros outros. Vai ficar extremamente caro. E não é só o custo — muda o nível de responsabilidade, o que eu já vi gente descobrir do pior jeito em promessa de microSaaS pronto em dois dias.

Quando você vende, você passa a prestar contas

Quando você vende pros outros, o nível de responsabilidade aumenta. Você tem que prestar conta pro seu cliente. Você tem que prestar conta pra LGPD. Você tem que prestar conta pro Procon. E em caso bem extremo, você presta conta pra justiça, se o seu software não estiver adequado. É bem sério.

Isso não é figura de linguagem minha. Checagem minha em 12/09/2026: o artigo 42 da LGPD (Lei 13.709/2018) diz que o controlador ou o operador que, no exercício de atividade de tratamento de dados pessoais, causar a outrem dano patrimonial, moral, individual ou coletivo, em violação à legislação de proteção de dados, é obrigado a repará-lo. Quem opera dado de cliente responde. Não existe "é só um sisteminha".

Então bota isso na cabeça como duas coisas diferentes:

E repare: todas essas plataformas que você contrata têm rigorosamente tudo aquilo que eu te descrevo quando falo de subir software de maneira confiável. Elas não cobram caro à toa — elas carregam a parte que você não está vendo. Quem nunca sentiu isso na pele costuma ter medo de subir em produção, e o medo é justamente a falta dessa base.

A conta do break-even — a única que decide

Então: vale a pena criar o seu software ou contratar? Qual é o break-even desse negócio? Eu faço a conta assim, nessa ordem:

Sobre volume, o número que eu uso como referência pra pequena e média empresa é: mil clientes pra trás, fazer o seu costuma sair muito mais barato que a assinatura, e você ainda ganha personalização — uma feature, um monitoramento, um detalhe que atende o seu negócio sem grande custo. Mas pesquise o custo da sua ferramenta: custo por usuário, custo por aplicação, custo de manutenção mensal. Isso muda de plataforma pra plataforma.

Deu certo? Então o segundo estágio é subir de verdade

Se você formatou a ideia, funcionou pra você e deu boa, o próximo passo é claro: estudar mais pra subir a sua plataforma de verdade, num ambiente de produção de verdade. O primeiro estágio é Lovable, Manus, essas coisas. O segundo é o avançado — e é onde mora a diferença entre um sisteminha que te atende e um produto que você vende.

Esse segundo estágio é infraestrutura, e não tem como fugir dela. É o assunto de infraestrutura como o novo superpoder da era da IA e de por que eu não alugo VM na nuvem pra automação interna.

O curso de R$ 37 que me revoltou

Talvez no futuro eu até faça aulas gratuitas sobre o primeiro estágio, porque pra mim é um treino muito bobo — bobo no sentido de simplicidade técnica. É extremamente simples. Você não precisa comprar curso pra isso. No YouTube tem curso e aula de graça pra usar Manus, Lovable, Gemini.

E aí eu vi um absurdo esses dias. Printei o anúncio de tão revoltado que eu fiquei: uma faculdade — uma faculdade séria — anunciando patrocinado na Revista Exame um pacote por R$ 37 pra você dominar Manus, Claude, NotebookLM, ChatGPT, ElevenLabs, HeyGen, Descript, GPT Maker, Kling e o Google Flow.

Olha, R$ 37 é barato. Se eles realmente ensinam a usar tudo aquilo, talvez valha — eu retiro o que eu disse, pra quem não entende nada de nada. Mas eu mantenho a minha posição: eles estão monetizando um conteúdo que é de graça no YouTube. Você não precisa pagar. Procure "curso completo de Manus" no YouTube. Procure em inglês também — tem muito gringo com vídeo bacana, e hoje o YouTube traduz não só a legenda, mas o idioma do áudio, então você acompanha em português.

Porque a gente está na era dos papagaios digitais: o povo pega conteúdo lá fora, traz pro Brasil e faz o mesmo conteúdo. Eu já contei como eu filtro isso em 100 vídeos por hora.

Se você quer entender o segundo estágio comigo: eu tenho imersões pra isso. Uma é a Imersão de Sites — uma fábrica de sites, onde você aprende a fazer um site por dia se precisar, com pipeline completo e a parte de negócio junto: como posicionar, como vender, como apresentar pro cliente, contrato, fluxo e distribuição. A outra é a Imersão de SaaS: você tem ou quer criar o seu software e quer colocar ele online pra venda — um dia inteiro explicando produção, o pipeline na prática e, por fim, negócio. Porque não adianta ter um software lindo: o que mais vende não é o melhor, é o que mais aparece. Como eu me posicionei e como eu cheguei em cliente no mundo inteiro saindo de uma cidadezinha do interior, eu levo junto. Tenho ainda chatbot e infraestrutura. Condição, data, preço e formato de cada uma estão em todas as imersões — é a página que vale, não o que eu falei num vídeo.

Nota de cronologia (importante). Esse relato é do vídeo que eu publiquei em 12/08/2026. Preço de ferramenta muda toda hora: os valores de Lovable e Power Apps aqui em cima são checagem minha em 12/09/2026, na página oficial de cada uma, e podem ter mudado depois que você está lendo isso — confira na fonte antes de decidir. O valor por usuário que me contaram na live eu não cravo, porque não anotei. E data, preço e condição das minhas imersões você olha em todas as imersões, nunca por este artigo nem pelo vídeo.

TODA SEGUNDA · MEIO-DIA · AO VIVO

Discorda? Concorda? Tem um caso parecido? Aqui não tem caixa de comentário de propósito: segunda-feira, ao meio-dia, eu faço live no canal e a gente conversa sobre isso ao vivo — sem corte, como sempre.

Ver as lives no canal @josimarjmv →

Perguntas frequentes

Vale mais a pena contratar um SaaS ou criar o meu software com IA?
Depende do que você quer com isso, e a pergunta que separa as duas respostas é uma só: você quer economizar dinheiro ou quer gerar valor que o seu concorrente não tem? Se é só pra economizar, faça a conta antes — quanto você paga por mês no software, quanto vale a sua hora, quantas horas você vai gastar estudando e fazendo. Muita gente descobre que gastaria mais tempo do que a economia paga. Agora, se o sistema melhora o que você entrega e vira mais receita pro seu negócio, aí começa a valer desenvolver o seu.
O que são as ferramentas de abstração, tipo Lovable e Manus?
É a abstração da abstração: uma forma extremamente simples de fazer software sem entender nada de software. A plataforma cuida de banco de dados, back-end e front-end por você. Você arrasta, solta, conversa com a inteligência artificial igual conversaria com uma pessoa, ela monta e você vai testando. Pra quem tem muita ideia e nenhuma mão técnica, isso é maravilhoso — é o que permite o dentista, o contador e o psicólogo terem o sistema deles sem me contratar por R$ 30 mil.
Posso vender pros meus clientes um software que eu fiz no Lovable ou no Manus?
Não é pra isso que elas servem. A inteligência dessas ferramentas é você usar dentro do seu negócio: um sistema relativamente simples, rápido, que resolve o seu problema. Colocar um negócio desses em produção pra vender pros outros fica extremamente caro, e o nível de responsabilidade é outro — você passa a prestar contas pro seu cliente, pra LGPD, pro Procon e, em caso extremo, pra justiça. Pra vender, o caminho é subir a plataforma de verdade, num ambiente de produção de verdade.
Eu fico preso nessas plataformas? Dá pra sair depois?
Sair é difícil e caro, mas dá pra reduzir o estrago se você escolher pensando nisso desde o começo. Conferi em 12/09/2026: a documentação do Lovable oferece exportação e sincronismo nos dois sentidos com o GitHub, e diz que ao desconectar o repositório continua sendo seu, com todo o histórico e os arquivos. Então o código, em algumas dessas ferramentas, você tira. O que costuma prender não é o código: é o banco de dados, o login dos usuários, as automações amarradas e as integrações que só existem lá dentro. Antes de assinar, pergunte como você sai.
Quanto custa de verdade manter um sistema feito nessas plataformas?
O preço de entrada engana porque a cobrança costuma subir com o uso. Conferi em 12/09/2026: o próprio site do Lovable trabalha com créditos, e o consumo varia conforme a complexidade da tarefa. E quando a plataforma é licenciada por pessoa, o custo acompanha o seu crescimento: a tabela do Power Apps, da Microsoft, mostra o plano Premium a US$ 20 por usuário/mês no pagamento anual. Antes de decidir, pesquise o custo por usuário, o custo por aplicação e o custo de manutenção mensal — é isso que define a sua conta daqui a dois anos, não a mensalidade de hoje.
Qual é o número mágico de clientes pra fazer o meu em vez de contratar?
Pra pequena e média empresa, mil clientes pra trás costuma sair muito mais barato do que a assinatura equivalente, e a personalização vem junto: você faz uma feature, um monitoramento, um detalhe que atende o seu negócio sem grande custo. Passando disso, o uso cresce, a cobrança por requisição aparece e a conta muda de figura. E, de novo, é média — cada plataforma cobra de um jeito, então pesquise a sua antes de virar a chave.
Eu preciso comprar curso pra usar Lovable, Manus ou Gemini?
Não precisa. Do ponto de vista técnico isso é treino bobo de tão simples, e no YouTube tem aula e curso completo de graça. Vi um anúncio patrocinado de uma faculdade séria vendendo por R$ 37 um pacote pra dominar Manus, Claude, NotebookLM, ChatGPT, ElevenLabs, HeyGen, Descript, GPT Maker, Kling e Google Flow — estão monetizando conteúdo que já é gratuito. Se você não entende nada, talvez R$ 37 faça sentido pela curadoria. Mas você não precisa. Pesquise em inglês também: hoje o YouTube traduz o áudio, não só a legenda.
Fazer software interno com IA é o que está derrubando as empresas de CRM?
É parte do que explica a queda. Gravei um vídeo sobre mais de 200 bilhões de dólares evaporados em empresas como Salesforce, HubSpot e Totvs, e a minha leitura é que a queda continua — porque com essa abstração qualquer pessoa minimamente curiosa monta o software interno que resolve o problema dela e não precisa contratar. Quem vive de CRM está desesperado com razão. O jogo agora é quem entrega o que a abstração não faz sozinha.

Baseado no vídeo do canal @josimarjmv publicado em 12/08/2026 (16min07), com transcrição própria das legendas do próprio vídeo. O caso da RD Station a R$ 1.100 por mês, o mini RD Station que eu fiz, os 17 devs, os R$ 30 mil de custo de mão de obra, o CNPJ desde os 18 anos, a plataforma de vídeo em 18 países, a live de toda segunda das 11h ao meio-dia e o anúncio de R$ 37 que eu printei são da minha vivência tocando a JMV Technology. Conferido por mim em 12/09/2026: a documentação do Lovable sobre integração com Git (exportação e sincronismo nos dois sentidos com o GitHub, repositório permanece seu ao desconectar); a página de preços do Lovable (cobrança por créditos, consumo variável conforme a complexidade da tarefa); a tabela do Power Apps (Premium a US$ 20 por usuário/mês no anual, US$ 12 com mínimo de 2 mil assentos); e o artigo 42 da Lei 13.709/2018 (LGPD) sobre a obrigação de reparar dano patrimonial, moral, individual ou coletivo. O valor por usuário citado na live não é cravado aqui porque eu não anotei o número. Condição, data e preço de cada imersão é a que está em todas as imersões.